19 January 2000

(veja tradução no fim da página)

Montezuma, strewn along a mostly rocky coast and with its beach-bohemian vibe looked like an interesting place. We had heard that Playa Tambor was a  great party place, though and left that same afternoon. What a disappoinment. We arrived in probably the most sleepy of all populated places we had been. With its waveless, wide beach it is an ideal vacation destination for families. So we partied by ourselves at the Perla Tambor, a Swiss owned restaurant with a beautiful garden surrounding it, drinking Margaritas and Tequila until we puked. Oh well, we did have a lot of fun at least.

Alessandra's return date was only a few days away and before she left we really wanted to see one of those cone mountains spitting the earth's fiery juices into the skies. Volcán Arenal with its perfect shape and consistent activity, is considered the archetype of volcanoes in Central America. We braved another three hours of rough dirt road, crossed the huge Rio Tempisque by ferry (Vagalosa's maiden voyage across a body of water), put in an overnight stop in Cañas and arrived at the Laguna de Arenal by midday on January 8. The rolling green hills and gray skies reminded me of Switzerland and after a strenous few kilometers on a road resembling Swiss cheese (see below) we arrived at La Pequeña Helvecia, complete with chalets, cows, a replica of a Swiss chapel and its own little train line. The slight feeling of homesickness that welled  up inside me did not last long, as the rainy weather brought up memories of a certain dullness that life in Switzerland can take on. It was also the weather that denied us a view of Volcán Arenal's spectacular fireworks. The clouds shrouded the whole area and visibility dropped to as little as twenty feet. Since locals told us that it had been this way for the past five weeks and the second day did not promise any betterment, we took to the road towards San José, Costa Rica's capital. We had received an email invitation by Marcela and Alberto a couple from San José who had seen us on the road close to Tamarindo. We called them up and that same evening they took us to El Cuartel de la Boca del Monte, the happening night spot here. The following day we set out to explore the city on foot. The highlight was a visit to the museum of insects at the University of Costa Rica. Their great collection kept us in awe for hours and we left with our heads spinning from the bright colors, fantastic shapes and mass of information packed into this small museum. In the evening we had a last dance with our moon priestess, Alessandra. The following afternoon we brought her to the airport heavyheartedly and the void we found ourselves in after her departure lasted well into the next day. We felt like returning home to be with our friends. In addition our finances had shrunk close to the level of barely being able to pay for gas to get back. The two options are: work or go home. For one week we have been trying to go along the first way and it looks like it might lead somewhere.There's a big possibility that the stay might last for a while,but where there's a lot of scissors and knives to be sharpened and a lot of fortunes to be told, allí el gitano se queda.

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La Pequeña Helvecia

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Mercado Central, San José

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Cheesy Road

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Our home address in San José

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Montezuma logo despertou nossa atenção: uma praia de costas rochosas e verdes com um clima tri-boêmio. Porém nos tinham dito que Playa Tambor era o local onde as festas aconteciam e por isso nos mandamos para lá na mesma tarde. Que decepção! Chegamos num dos lugares mais desanimados e sem graça da viagem. Praia larga, sem ondas, areia meia suja, com umas poucas famílias. Então decidimos criar a nossa própria festa no "Perla Tambor", um restaurante suiço com um belo jardim na beira da praia. Bebemos até cair e passar mal mas pelo menos nos divertimos bastante.

Só faltavam poucos dias para a partida da Alessandra, (mais conhecida aqui no Brasil como Dandinha ou até mesmo Doidinha) e antes de ela ir queriamos ver uma daquelas montanhas em forma de cone cuspindo o sangue da terra para o céu. Volcán Arenal, com seu relevo perfeito e com sua atividade constante é considerado o arquétipo dos vulcões da América Central. Dirigimos mais quatro horas de terra batida cruzando o Rio Tempisque de balsa ( a primeira viagem aquática de Vagalosa), passamos a noite em Cañas e chegamos na Laguna de Arenal no meio dia do dia 8 de Janeiro. As montanhas verdes e o céu cinzento trouxeram lembranças da Suiça para o André e para completar, depois de árduos kilômetros numa estrada com tanto buraco que mais parecia queijo suiço, chegamos num lugar chamado La Pequena Helvecia, uma copia perfeita da atmosphera de lá, com chalés, vacas e uma réplica de uma capela suiça com trenzinho e tudo. André diz que a leve saudade não durou muito tempo pois o clima chuvoso também trouxe memórias da chatisse que a vida na suiça pode vir a ser. Ainda mais porque por causa do clima feio não pudemos ver absolutamente nada do tal vulcão espetacular. As nuvenscobriram toda a área e a visibilidade era apenas de vinte pés. Já que os habitantes nos disseram que tinha sido assim pelas últimas cinco semanas e no segundo dia não vimos nenhuma melhora, nos tomamos a estrada em direção a San José, capital da Costa Rica. Tinhamos recibido um convite por email de um casal de lá, Marcela e Alberto, que tinham nos visto na estrada e anotado o endereço da nossa página de internet do dequalque da Vagalosa quando saíamos de Tamarindo. Ligamos para eles na mesma noite e eles nos levaram para um dos mais agitados lugares da noite, El Cuartel de la Boca del Monte. No dia seguinte saímos a pé para explorar a capital. O grande programa do dia foi a visita ao Museu dos Insetos na Universidade da Costa Rica. A coleção que eles tinham nos deixou maravilhados por horas a fio com as cores brilhantes e formas fantasticas desse gigantescamente minusculo mundo. A noite fomos dançar com a Alessandra, nossa sacerdotiza da lua, pela última vez. Na tarde seguinte a levamos para o aeroporto com o coração pesado e continuamos nos sentindo assim por algum tempo. Nos deu vontade de voltar para casa para junto de nossos amigos. Além disso, nossas finanças encolheram tanto que mal nos restava dinheiro para voltar para Los Angeles. Tinhamos duas opções: trabalhar ou voltar para casa. Por uma semana temos tentado a primeira opção e parece que vai dar bons resultados. Há uma possibilidade de ficarmos por aqui por um longa temporada, mas onde há tesouras e facas para serem afiadas e fortunas para serem lidas, alli el gitano se queda.

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